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Sedec-RJ apresenta balanço de ocorrências de Defesa Civil nos 92 municípios do estado

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A Secretaria de Estado de Defesa Civil (Sedec-RJ) divulgou, esta semana, um balanço com as principais ocorrências dos 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro durante o verão. O objetivo da compilação dos dados é ter um panorama de ameaças que atingiram as cidades como deslizamentos, desabamentos, inundações, enxurradas, entre outros. Também constam no relatório o número de vistorias solicitadas para riscos geológicos e decretação de situações de emergência.

Segundo o diretor do Departamento Geral de Defesa Civil (DGDEC), coronel Silva Costa, as informações foram reunidas pelos coordenadores municipais de Defesa Civil e abrangem o período de dezembro de 2017 a março de 2018.

 - Os números nos mostram quais cidades foram afetadas por tipo de ocorrência. Dessa forma, conseguimos ter uma visão geral da região mais impactada e das ocorrências mais freqüentes em cada localidade.  

Ameaças - Entre os campeões de registros de deslizamentos estão capital (316), Petrópolis (277) e Cachoeiras de Macacu (107). No quesito alagamento, Nova Iguaçu contabilizou um total de 75 ocorrências, seguido de São Pedro d`Aldeia  (52) e Campos dos Goytacazes (50).  Itaperuna, São João da Barra, Valença, Itatiaia, Barra do Piraí, Sumidouro, entre outros, estão na lista dos municípios que tiveram situação de emergência decretada.

O balanço mostra, ainda, em números, as atividades dos agentes da Defesa Civil Estadual no que diz respeito a quesitos como apoio em eventos na prevenção e preparação; comunicação de riscos de desastres às agências municipais de Defesa Civil; realização de exercícios simulados; mobilização de recursos humanos, apoio logístico, bem como assessoria técnica nos processos de decretação de situação de emergência.

De acordo com o subsecretário de Defesa Civil do estado, coronel Marcelo Hess, esse mapa favorece direcionamento de ações e estratégias em apoio às Defesas Civis municipais. 

 - A época agora é de estiagem. E manter esta estreita relação com as prefeituras é fundamental. Nossos coordenadores regionais trabalham diariamente para obtenção do "feedback" quanto aos níveis de abastecimento de água das regiões, por exemplo. Assim, vamos acompanhado os estágios de normalidade e atenção e dando suporte em caso de crise – contextualizou Hess.

  

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