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SEMINÁRIO ESTADUAL DE DEFESA CIVIL EM GESTÃO DE RISCOS E DESASTRES 2026

A Secretaria de Estado de Defesa Civil do Rio de Janeiro realizou, no dia 04 de março de 2026, no Villa Itaipava Resort & Conventions, em Petrópolis/RJ, o Seminário Estadual de Defesa Civil em Gestão de Riscos e Desastres 2026

Governo do Rio envia agentes da Defesa Civil estadual para apoiar Juiz de Fora após fortes chuvas em Minas Gerais

Do dia 03 ao dia 05 de março, o Governo do Estado do Rio de Janeiro enviou agentes da Secretaria de Estado de Defesa Civil do Rio de Janeiro (SEDEC-RJ) para atuar em apoio ao município de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

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Perfil do Coronel BM Tarciso Antônio de Salles Junior

O Coronel Tarciso Antônio de Salles Junior assumiu a Secretaria de Estado de Defesa Civil (SEDEC-RJ) e o Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) no dia 03 de setembro de 2024.

Ele ingressou no CBMERJ em 1997. Comandou o Quartel da Gávea (antigo 25º GBM), esteve à frente da Diretoria-Geral de Serviços Técnicos, foi Corregedor da corporação e também Diretor de Assistência Social.

Entre outros cargos da gestão pública, Tarciso presidiu a Comissão Disciplinar Permanente da Corregedoria-Geral Unificada (CGU), da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, foi Secretário de Proteção de Defesa Civil de Magé e Corregedor-Geral da Secretaria de Estado de Saúde.

As ações de recuperação são desenvolvidas após a ocorrência de evento adverso visando o retorno à situação de normalidade, e abrangem a reconstrução de infraestrutura pública destruída ou danificada pelo desastre, especialmente nos casos com reconhecimento federal da situação de emergência e /ou estado de calamidade pública.

Para pleitear apoio com recursos da União para este tipo de ação é condição fundamental o reconhecimento federal da situação de emergência e /ou estado de calamidade pública nos termos do Art.3º da Lei nº 12.340/2010.

Quando tratar-se de apoio para reconstrução de estrutura pública destruída por desastres devem ser seguidos os procedimentos definidos pela Portaria MI nº624, de 23 de novembro de 2017

Nos casos em que o apoio a ser pleiteado a União tratar da reconstrução de unidades habitacionais de famílias de baixa renda destruídas ou definitivamente interditadas em decorrência de desastres devem ser seguidos os procedimentos definidos na Portaria Interministerial MI-MCID nº01/2013, sendo a avaliação inicial realizada pelo Ministério da Integração Nacional e a implementação das ações pelo Ministério das Cidades por meio da Secretaria Nacional de Habitação.

Todas as etapas - da solicitação de recursos até prestação de contas final - a partir de 06 de abril de 2017, conforme Portaria MI nº215/2017, devem ser pleiteadas, e tramitadas, exclusivamente, por meio do Sistema Integrado e Informações sobre Desastres - S2iD, cujo acesso se dá pela rede mundial de computadores. Para acessar o Sistema, solicitamos que copie e cole o endereço a seguir no seu navegador:https://s2id.mi.gov.br/

Para a utilização do S2iD o município/estado deverá ter representante cadastrado como usuário do sistema. Após clicar no ícone Munícipio/Estado, o cadastramento é efetuado clicando no link "Não possuo cadastro" indicado na figura abaixo.

 

Em caso de dúvida ou dificuldade com o S2iD contate o suporte pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  ou entre em contato com a Ouvidoria pelo 0800.610021 ou, ainda, escolha o Canal de Atendimento de sua preferência acessando o link: http://mi.gov.br/canais-de-atendimento.

As transferências de recursos para recuperação de áreas atingidas por desastres seguem os seguintes procedimentos:

1ª Etapa: Solicitação de Recursos

Após o reconhecimento pela União do desastre que destruiu a infraestrutura a ser reconstruída, o ente federado poderá encaminhar solicitação de recursos preenchendo plano de trabalho - formulário S2iD (Anexo A) e relatório diagnóstico - formulário S2ID (Anexo B). 

O plano de trabalho deve ser assinado pela autoridade do poder executivo e pelo Responsável Técnico (RT) do ente, que responde pelo orçamento estimativo que subsidiou os valores do montante de recurso solicitado, devendo ser encaminhada Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) que comprove que o profissional signatário do plano de trabalho é o Responsável Técnico do ente. 

Com base no que é informado nestes dois documentos, proceder-se-á análise técnica quanto à adequabilidade de cada obra proposta à finalidade da funcional programática 06.182.2040.22BO. Também é feita, de forma preliminar e expedita, uma avaliação da ordem de grandeza do custo global estimativo das obras a fim de subsidiar decisão quanto ao montante de recursos a ser autorizado para o pré-empenho. Esta estimativa se faz baseada em valores pagos pela Administração em serviços em obras similares, estimativa expedita fundamentada em custos históricos e indicadoes do mercado ou em estimativa expedita resumida com base na experiência de profissional habilitado.

2ª Etapa -Transferência de Recursos

Após a análise técnica prevista no artigo 5º da Portaria MI nº 624/2017, e autorização do empenho pelo Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil o ente será notificado a dar início ao processo licitatório. Concluída a licitação, após seleção da proposta vencedora da licitação realizada para contratação das obras, o ente deverá encaminhar documentos diversos que atestem a regularidade técnica e legal do processo de contratação das obras: artigos 11 e 12 da Portaria MI nº 624/2017.

Observa-se que devem ser signatários dos anexos, além das autoridades do executivo municipal, os responsáveis técnicos pelo orçamento estimativo, pelo orçamento de referência da administração (Anexo C - Declaração de conformidade com o Decreto nº 7.983/2013), pela elaboração do projeto básico ou anteprojeto de engenharia (Anexo D - Declaração de conformidade do projeto e Anexo D.1 - Declaração de conformidade do Anteprojeto) e o advogado responsável pelo parecer jurídico que atesta que a licitação tem plenas condições legais de ser homologada e adjudicada (Anexo E - Declaração de conformidade legal). O Ordenador de Despesas e o Responsável legal do ente federativo beneficiário deverão assinar o Anexo F que diz respeito à Declaração do responsável pelo pagamento decorrente das obras e serviços.

Após a conclusão da fase de licitação, o acompanhamento continua por meio do disposto no §2º do art. 13 que condiciona a liberação de recursos ao envio do Anexo H (cópia da publicação do contrato, cópia do ato formal de designação do fiscal do contrato, Anotação de Responsabilidade Técnica de execução e de fiscalização). 

Liberação de parcelas:

Caso haja saldo remanescente de recursos, a liberação das demais parcelas se dará por meio do que preconiza o §2º do art.14 da Portaria MI nº 624/2017, ou seja, por meio meio da declaração do fiscal do contrato (Anexo I) e relatório de progresso com fotos, atestado pelo responsável legal do ente federativo beneficiário.

Fiscalização da execução do objeto da transferência:

Ressalta-se que o inciso IV do §2º do art.1º-A da Lei nº 12.340/2010 estabelece como de responsabilidade exclusiva dos entes beneficiados com os recursos da União, para recuperação de áreas atingidas por desastres, realizar todas as etapas necessárias à execução das ações, inclusive de engenharia, em todas as suas fases. Pautada neste dispositivo legal, a Portaria MI nº624/2017 em seu art.15 registra que a fiscalização e o controle da execução das obras são de responsabilidade do ente beneficiário contratante. 

Não obstante, atribuição exclusiva do ente definida em lei, a Sedec realiza vistorias de campo por amostragem. Os relatórios de vistoria de campo abordam aspectos relativos à evolução das ações, sua localização e conformidade, resguardadas as limitações que a metodologia e os equipamentos disponíveis permitem.

3ª Etapa: Análise das prestações de contas

Após o término da vigência do instrumento firmado ou do último pagamento efetuado, quando este ocorrer em data anterior ao encerramento da vigência, o ente beneficiário terá 30 dias para apresentar a Prestação de Contas Final dos recursos recebidos, conforme documentos relacionados no art. 21 da Portaria MI n.º 624/2017, além de observar os procedimentos definidos pela Portaria MI nº 88/2012.

Obs. Os processos originados no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres - S2iD, deverão ter a prestação de contas inserida no Sistema.

 
Modelo dos documentos obrigatórios:

Reconstrução em Unidades Habitacionais 

Visando atender a demanda habitacional proveniente da situação de emergência ou estado de calamidade pública, o Ministério da Integração Nacional e o Ministério das Cidades publicaram a Portaria Interministerial MI/MCID nº1, de 24 de julho de 2013 estabelecendo procedimentos a serem seguidos no caso de Reconstrução de Unidades Habitacionais destruídas por desastres. 

Quanto aos documentos a serem encaminhados, ressaltamos a importância de que os arquivos gráficos - indicando as manchas de inundação e cunhas de ruptura de taludes - sejam apresentados pelo proponente em arquivos no formato shape file (.shp) e que a lista de beneficiários seja apresentada em arquivo excel, no formato .xls. 

Esclarecemos que para reconstrução de unidades habitacionais destruídas ou definitivamente interditadas em decorrência de desastres reconhecidos pela União, a Sedec/MI procederá avaliação nos termos do §1º do art.7º, daquele normativo, sendo o Parecer Técnico encaminhado à Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades informando a relação de beneficiários e o número de unidades habitacionais demandadas para serem atendidas no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida.

O ente é notificado pelo Ministério da Integração do envio da lista de beneficiários ao Ministério das Cidades, devendo acompanhar o atendimento da demanda junto à Secretaria Nacional de Habitação.  

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil - Sedec trabalha com a modalidade de transferência de recursos denominada transferências obrigatórias.

As transferências obrigatórias são realizadas a estados e municípios em situação de emergência/SE ou estado de calamidade pública/ECP, bem como para a execução de ações de prevenção em áreas de risco de desastres. Essa modalidade atende aos entes, de forma complementar, em ações de resposta e recuperação, conforme estabelecido na Lei Federal nº12.340, de 1º de dezembro de 2010

Ações de Prevenção  Link Clique Aqui

As ações de prevenção compreendem medidas referentes ao planejamento da ocupação do espaço geográfico e a execução de obras e serviços, principalmente relacionados com intervenções em áreas de risco, tais como, aquisição e instalação de equipamentos, infraestrutura urbana e rural, estabilização de encostas, contenção de erosões, relocação de famílias de áreas de risco, prestação de serviços essenciais, proteção do patrimônio público e demais ações que visem diminuir a vulnerabilidade da população aos desastres, em complementação à atuação municipal e estadual.

Ações de Resposta  Link Clique Aqui

As ações de resposta compreendem socorro, assistência às vitimas e restabelecimento de serviços essenciais. São medidas emergenciais que objetivam o atendimento à população.

A execução dos recursos federais repassados para ações de resposta é realizada exclusivamente por meio do Cartão de Pagamento de Defesa Civil / CPDC.

Ações de Recuperação  Link Clique Aqui

As ações de recuperação  compreendem, de forma sintética, a reconstrução das áreas destruídas por desastres. Para o recebimento desse tipo de recurso é exigido, além do reconhecimento federal da situação de emergência ou estado de calamidade pública, a apresentação de plano de trabalho no prazo de 90 dias contados da ocorrência do desastre, conforme o disposto na Lei Federal nº 12.608, de 10 de abril de 2012.

 

 

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Histórico e Evolução da Defesa Civil no Brasil

As primeiras ações, estruturas e estratégias de proteção e segurança dirigidas à população, tanto no Brasil como no resto do mundo, foram realizadas nos países envolvidos na Segunda Guerra Mundial. Após o afundamento, na costa brasileira, dos navios de passageiros Arara e Itagiba, totalizando 56 vítimas, o Governo Federal Brasileiro, em 1942, criou o primeiro esboço de Defesa Civil.



 

 

A Coordenação Especial para Assuntos Ambientais e de Cidades Resilientes (CEAACRe) é o órgão do Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil (SIEPDEC-RJ) responsável por assessorar, em nível estadual, a Superintendência Operacional nas ações de meio ambiente ligadas diretamente às atividades de Proteção e Defesa Civil, com vistas à redução de Riscos de Desastres no Estado do Rio de Janeiro.

 

Atuação do CEAACRe

  • Elaboração dos Planos de Contingência Estaduais, juntamente com equipes dos demais órgãos vocacionados da estrutura da SEDEC;
  • Participação na Cartilha sobre incêndio florestal, em conjunto com equipes do CBMERJ;
  • Participação nos comitês de Bacia Hidrográficas, em conjunto com o DGDEC, por intermédio dos REDECs;
  • Realização de parcerias entre órgãos federais, estaduais e municipais, bem como com agências externas, que atuam em proteção e defesa civil, no que concerne à gestão de riscos e desastres voltados ao meio ambiente;
  • Auxílio aos coordenadores municipais de defesa civil no tocante ao Plano de Ação de Emergência das barragens com potencial de desastre nos respectivos municípios, bem como ao desenvolvimento de planos de contingência, acompanhamento de exercícios simulados e participação em eventual resposta.
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